Devagar e sem pressas, Saya abriu os olhos, fulminando com o olhar os recém chegados. Tinham cá uma lata acorda-la logo naquela altura. Suspirando, ela mexeu-se rapidamente, levantando-se antes que algum dos gémeos a apanhassem. Foi a escolha certa, visto que logo que ela se mexeu, dois pares de braços tentaram agarrar a sua silhueta, mas sem sucesso.
- Não podiam ter esperado mais um bocadinho? - interrogou, olhando para os recém chegados. - É tão irritante quando vocês fazem isto.
- Não sejas tão má... já não te vejo há dias! - comentou a mulher, abraçando-a com força, como se ela fosse um animal de estimação. - Devias ter vindo ver-nos mais vezes durante estes dias... tens andado tão distante.
- A culpa não é minha pois não?! - a voz da Saya saiu abafada pelo abraço - Tinha demasiados testes.. e sabes que hoje podem ficar em minha casa por isso não há problema... Importaste de me largar? É irritante.
- Desculpa, desculpa.
Suspirando, Saya afastou-se da mulher, olhando para o rapaz ao seu lado. Mantinha-se calado, observando com o olhar os movimentos de todos.
- Dark, para com isso... isto não é o campo de batalha, está bem? - Dark olhou para ela, abrindo a boca para responder, mas calando-se logo a seguir, enquanto esta prosseguia o que tinha a dizer. - Vamos continuar com o plano. Os meus pais não estão em casa, pelo que podem vir passar uns dias a minha casa mas as regras são as mesmas, entendido?
- Sim!! - exclamaram os gémeos, de repente, atrás da Saya, assustando-a.
- Seus diabinhos.... - sussurrou só para si, suspirando.
Era já uma regra que todos anos eles fossem a casa dela passar uns dias enquanto os pais estivessem fora. Era um alivio para a Saya, pois detestava estar sozinha. Isso trazia-lhe mas recordações e dores de cabeça excessivas. Com um pequeno sorriso, ela começou a afastar-se para o interior da floresta, sem tomar muita atenção. Era um mistério para ela.
- Não te afastes muito. - aderiu Dark, serio.
- Não te preocupes! - exclamou Saya - O que é que achas que me pode acontecer?
Sem qualquer aviso, Saya tocou em algo. Parecia um fio, muito muito fino. Sem pensar, Saya puxou-o. O que aconteceu a seguir ninguém conseguiu ver em pormenor. Um buraco abriu-se sob os pés dela, fazendo-a cair, sem que ela tivesse produzido um som. Cair para a escuridão.
- Saya!
- Não podiam ter esperado mais um bocadinho? - interrogou, olhando para os recém chegados. - É tão irritante quando vocês fazem isto.
- Não sejas tão má... já não te vejo há dias! - comentou a mulher, abraçando-a com força, como se ela fosse um animal de estimação. - Devias ter vindo ver-nos mais vezes durante estes dias... tens andado tão distante.
- A culpa não é minha pois não?! - a voz da Saya saiu abafada pelo abraço - Tinha demasiados testes.. e sabes que hoje podem ficar em minha casa por isso não há problema... Importaste de me largar? É irritante.
- Desculpa, desculpa.
Suspirando, Saya afastou-se da mulher, olhando para o rapaz ao seu lado. Mantinha-se calado, observando com o olhar os movimentos de todos.
- Dark, para com isso... isto não é o campo de batalha, está bem? - Dark olhou para ela, abrindo a boca para responder, mas calando-se logo a seguir, enquanto esta prosseguia o que tinha a dizer. - Vamos continuar com o plano. Os meus pais não estão em casa, pelo que podem vir passar uns dias a minha casa mas as regras são as mesmas, entendido?
- Sim!! - exclamaram os gémeos, de repente, atrás da Saya, assustando-a.
- Seus diabinhos.... - sussurrou só para si, suspirando.
Era já uma regra que todos anos eles fossem a casa dela passar uns dias enquanto os pais estivessem fora. Era um alivio para a Saya, pois detestava estar sozinha. Isso trazia-lhe mas recordações e dores de cabeça excessivas. Com um pequeno sorriso, ela começou a afastar-se para o interior da floresta, sem tomar muita atenção. Era um mistério para ela.
- Não te afastes muito. - aderiu Dark, serio.
- Não te preocupes! - exclamou Saya - O que é que achas que me pode acontecer?
Sem qualquer aviso, Saya tocou em algo. Parecia um fio, muito muito fino. Sem pensar, Saya puxou-o. O que aconteceu a seguir ninguém conseguiu ver em pormenor. Um buraco abriu-se sob os pés dela, fazendo-a cair, sem que ela tivesse produzido um som. Cair para a escuridão.
- Saya!